Histórias de Sucesso

Como a Petlove conectou 2 mil colaboradores a um único propósito e transformou CI em resultado de negócio

Luana Carvalho
Especialista em Comunicação Interna e Institucional e Employer Branding
Desafio
Comunicação descentralizada, baixa adesão a treinamentos e pesquisas, dificuldade de engajar públicos operacionais e ausência de um canal único integrado à estratégia do negócio.
Solução
Criou a Petplay, programa oficial de Comunicação Interna da Petlove construído com a Comunitive, como canal único, gamificado e centralizador de comunicação e ações que impulsionam o negócio.
"A Petplay não é apenas uma plataforma de comunicação. Ela atravessa as barreiras de ser apenas um canal para se tornar uma plataforma da companhia que impulsiona o negócio como um todo
Luana Carvalho
Especialista em Comunicação Interna e Institucional e Employer Branding

Por que a Petlove precisou repensar sua comunicação interna?

A Petlove é o maior ecossistema pet do Brasil, uma operação que integra varejo, logística, saúde veterinária e tecnologia com mais de 2 mil colaboradores em realidades completamente distintas.

O que une esse universo diverso é um propósito genuíno: transformar o mundo em um lugar onde todos os pets sejam mais felizes e saudáveis. Mas propósito, sozinho, não sustenta alinhamento estratégico em uma operação que cresce em múltiplas frentes ao mesmo tempo.

Quando a área de People passou por uma reestruturação, ficou claro que a comunicação interna precisava ser construída do zero, de forma estruturada e capaz de alcançar todos os públicos da companhia. 

Foi nesse contexto que a Comunitive entrou na conversa, e a missão estava definida: transformar esse cenário em um sistema real.

O Desafio

A Petlove chegou a esse momento carregando um contexto delicado. 

Nos anos anteriores, a empresa havia passado por reestruturações internas, um ciclo que deixou marcas profundas no clima organizacional.

Os colaboradores estavam menos engajados, e a relação com a área de People precisava ser reconstruída. A comunicação interna era reflexo direto desse cenário: fragmentada, sem direção clara e incapaz de alcançar todos.

As barreiras eram concretas:

  • Comunicação sem centralização e sem autoridade: múltiplos grupos no Slack, e-mails disparados por subáreas diferentes de People, comunicados paralelos que competiam entre si, sem que ninguém soubesse qual era a fonte oficial da informação. O volume de mensagens crescia. O alinhamento, não.
  • Colaboradores operacionais fora do alcance: profissionais dos Centros de Distribuição e lojas, sem e-mail corporativo e sem computador no dia a dia, simplesmente não eram alcançados de forma estruturada. A comunicação com esse público dependia de WhatsApp e iniciativa individual dos gestores.
  • Treinamentos estratégicos sem adesão real: módulos críticos de LGPD, Compras, Logística e TI existiam, mas ficavam com participação mínima porque não havia nenhum mecanismo que incentivasse o engajamento. Concluir os treinamentos era exceção, não regra.
  • Pesquisas de clima com potencial de crescimento: a Faropet, pesquisa de clima da Petlove, já contava com uma taxa de adesão consistente de 75%. Mas a área sabia que ampliar essa base de respostas tornaria os dados ainda mais robustos e as análises ainda mais confiáveis para embasar decisões estratégicas da liderança.
  • Comunicação interna sem espaço na agenda estratégica: sem métricas conectadas a resultado de negócio, a área era operacionalmente indispensável e estrategicamente invisível. Faltavam indicadores que conectassem o engajamento aos resultados do negócio.

A Virada com a Comunitive

A Petlove não precisava de mais um canal. Precisava de um sistema capaz de democratizar o acesso à informação e de transformar mensagem em comportamento e comportamento em resultado de negócio.

E foi aí que o CHRO, Bruno Junqueira, procurou a Comunitive, solução que já havia utilizado em uma das suas experiências anteriores.

Foi assim que nasceu a Petplay, o programa oficial de comunicação interna da Petlove, construído com a tecnologia da Comunitive.

A proposta era estrutural: a Petplay não seria uma intranet para ler. 

Seria o ambiente em que tudo que importa para a companhia passa a acontecer, com campanhas institucionais, treinamentos obrigatórios, pesquisas estratégicas, lançamentos de produtos e programas de reconhecimento, tudo integrado numa experiência gamificada.

Página principal do programa de comunicação interna da Petlove, a Petplay

Nesse modelo, cada ação relevante, como concluir um treinamento, responder a uma pesquisa ou compartilhar um conteúdo, é reconhecida com Petpoints, a moeda interna da plataforma, que os colaboradores acumulam e trocam por recompensas com a identidade visual da própria marca. 

O mecanismo transforma participação em progressão, e progressão em hábito.

Ações disponíveis para os colaboradores na Petplay

O lançamento foi planejado como um movimento institucional. Semanas antes, comunicados via Slack sinalizavam que algo relevante estava chegando. 

No dia do “Fala, Petlove”, encontro interno em que a liderança compartilha direcionamentos e resultados com todos os colaboradores, o QR code foi projetado na tela ao vivo com o link para acessar a plataforma.

Os 50 primeiros colaboradores a completarem o perfil ganhariam um brinde exclusivo da Petlove. 

Em 5 minutos, 500 colaboradores já tinham feito o cadastro. No final do primeiro dia, eram entre 700 e 800, praticamente 90% do público administrativo. A adesão não precisou ser cobrada. Ela foi conquistada.

Os números que provam a transformação

A Petlove desenvolveu a Petplay para resolver diversos problemas de comunicação interna, entretanto, ao escolher a Comunitive, a proposta da plataforma foi estratégica desde o começo.

Em vez de mais um canal para empurrar informação, a plataforma trouxe uma experiência gamificada: cada ação relevante que o colaborador realiza dentro da Petplay, como concluir um treinamento, responder uma pesquisa de clima, compartilhar um post ou participar de um lançamento de produto, gera Petpoints, a moeda interna da plataforma. 

Colaboradores da Petlove conquistanto pontos na Petplay

Esses pontos se acumulam e podem ser trocados por recompensas reais.

Recompensas disponíveis aos colaboradores na Petplay

Mas o que a Petlove percebeu foi algo além do engajamento pela gamificação.

Os desafios passaram a ser usados para mobilizar resultados reais de negócio:

  • Impulsionar lançamentos de produtos
  • Aumentar adesão ao clube de descontos
  • Aumentar resposta à pesquisa de clima
  • Disseminar treinamentos obrigatórios
  • Crescer organicamente nas redes sociais

E muito mais! Bora conferir os maiores destaques dessa transformação?

Pesquisa de clima e NPS: como a Petlove chegou a 88 pontos de excelência

Toda área de Comunicação Interna conhece esse desafio: manter a adesão a pesquisas de clima em alta, especialmente em operações com públicos diversos e rotinas intensas.

Na Petlove, a pesquisa de clima tem até nome próprio: a Faropet, criada com o propósito de farejar melhorias para a empresa. E ela já funcionava bem, com uma taxa de adesão consistente de 75%, a Faropet entregava uma leitura representativa do clima organizacional.

Mas a área sabia que ampliar essa base tornaria os dados ainda mais robustos. Com mais vozes representadas, as análises ganhariam ainda mais profundidade para embasar decisões estratégicas da liderança.

Com a Petplay, responder à Faropet deixou de ser um esforço separado da rotina. Passou a ser uma ação dentro da plataforma, reconhecida com Petpoints como qualquer outra. A participação deixou de depender de lembretes e passou a fluir de forma orgânica, dentro do hábito que os colaboradores já tinham criado.

No primeiro mês, a taxa de resposta avançou de 75% para 85% dos colaboradores, um salto que ampliou a representatividade dos dados e fortaleceu a confiança das análises. O NPS da Petplay chegou a 88 pontos, colocando o programa na zona de excelência em experiência interna.

Esse resultado não ficou só no número. Com dados mais completos e confiáveis, a área de Comunicação Interna passou a apresentar iniciativas com embasamento real para a diretoria, conectando cada ação da plataforma a um impacto mensurável de negócio.

Glassdoor 4,3: quando o clima interno vira reputação de mercado

O Glassdoor é a principal plataforma global em que colaboradores e ex-colaboradores avaliam anonimamente as empresas onde trabalham. 

Uma nota alta no Glassdoor não é só um símbolo de prestígio: ela impacta diretamente a capacidade da empresa de atrair e reter talentos, reduzir o custo de recrutamento e fortalecer a marca empregadora no mercado.

Entretanto, essa nota não muda por decreto. Ela muda quando os colaboradores, por vontade própria, abrem a plataforma e escrevem o que sentem sobre a empresa onde trabalham. E, para isso acontecer de forma positiva, a percepção interna precisa mudar primeiro.

A Petlove tinha como OKR (Objectives and Key Results) chegar a uma nota de 4,0 no Glassdoor. A Petplay entrou nesse objetivo de forma direta: desafios gamificados mobilizavam os colaboradores à ação, enquanto campanhas contínuas de pertencimento e reconhecimento mudavam a forma como as pessoas se relacionavam com a empresa no dia a dia.

A nota chegou a um pico histórico de 4,3, estabilizando-se em 4,1, superando o OKR de 4,0. Com esse resultado, a área de Comunicação Interna deixou de apresentar métricas de plataforma para a diretoria e passou a apresentar impacto em indicadores de negócio reais, conquistando uma cadeira estratégica que antes não tinha.

Ouro no Prêmio RH do Ano: a comunicação interna que virou referência nacional

O Prêmio RH do Ano da Você RH é um dos reconhecimentos mais relevantes do mercado de pessoas no Brasil. Ganhar o Ouro na categoria Comunicação Estratégica significa que a iniciativa foi avaliada como a mais eficaz do ano nessa frente, entre todas as empresas inscritas.

Foi exatamente o que aconteceu com a Petlove. Bruno Junqueira, CHRO da empresa, levou o Ouro com a Petplay, o programa de comunicação interna construído dentro da plataforma da Comunitive

O reconhecimento veio porque a Petplay não era só um canal bonito: era uma estratégia que gerou números reais e verificáveis.

Os números que levaram ao troféu:

  • 13 mil publicações feitas dentro da plataforma, com colaboradores compartilhando conteúdos e histórias de forma espontânea
  • 158 mil desafios concluídos, cada um representando uma ação real de cultura, desenvolvimento ou engajamento
  • 2,7 milhões de pontos acumulados, criando uma rotina ativa e sustentada de participação
  • 85% de adesão ao programa, muito acima do que iniciativas internas tradicionais costumam alcançar
  • NPS de 88, reflexo direto da experiência que a plataforma ajudou a construir
  • 55 mil novos seguidores orgânicos, 3,3 milhões de pessoas alcançadas e crescimento de 2.300% nas interações nas redes sociais, sem nenhum investimento em mídia paga

A Comunicação Interna deixou de ser invisível para se tornar um case premiado.

Como a Petlove construiu engajamento e resultados contínuos

1. Do desalinhamento de canais para o lugar onde a companhia inteira passa a funcionar

Antes: a informação disputava atenção em múltiplos canais sem hierarquia. Comunicados chegavam por caminhos diferentes, subáreas disparavam e-mails em paralelo, e ninguém sabia ao certo qual era a fonte oficial. O resultado não era só ruído: era desalinhamento que custava tempo, gerava retrabalho e minava a credibilidade de qualquer mensagem que a área de Comunicação tentasse entregar.

Com a Comunitive: a Petplay passou a ser o canal oficial da companhia, e algo aconteceu que nenhuma campanha de adoção conseguiria forçar: os próprios colaboradores e gestores começaram a cobrar que tudo estivesse lá. Surgiu um padrão espontâneo que se tornou o novo padrão cultural da companhia. Sempre que alguém tinha uma dúvida sobre processo, política ou comunicado, a resposta virou automática: "Está na Petplay." Não porque foi determinado. Porque fazia sentido.

"Quando eu entrei no processo seletivo da Petlove, a primeira coisa que me mostraram foi a Petplay. Saí daquela conversa sem conseguir entender como outras empresas ainda tentam engajar seus colaboradores sem uma plataforma gamificada. A diferença é surreal."
- Jéssica Lima, Estagiária de Comunicação Interna da Petlove

O que mudou: áreas de suporte como TI, Finanças e RH reduziram drasticamente a sobrecarga de dúvidas repetidas. Informações conflitantes deixaram de circular. E a comunicação interna deixou de gerar o custo invisível do desalinhamento, passando a gerar eficiência operacional real em toda a companhia.

A comunicação interna centralizada na Petplay.

2. Quando colaboradores repetem um treinamento várias vezes por vontade própria, algo mudou

Antes: treinamentos obrigatórios de LGPD, Compras, Logística e TI existiam. O desafio estava na adesão: sem incentivos ou reconhecimento, a participação era baixa e o engajamento limitado. As áreas reforçavam a cobrança, os colaboradores cumpriam o mínimo necessário e o ciclo se repetia trimestre após trimestre.

Com a Comunitive: os treinamentos foram integrados à experiência gamificada da Petplay. Cada módulo concluído gerava Petpoints e a pontuação máxima só era alcançada com 100% de aproveitamento nas avaliações. Esse detalhe mudou tudo. Um colaborador do time de atendimento, por exemplo, acessou um treinamento técnico de SQL, completamente fora da sua área de atuação, diversas vezes até atingir a pontuação máxima. O que poderia parecer uma curiosidade revela o que a gamificação faz quando bem estruturada: transforma o aprendizado em uma escolha que o colaborador faz por conta própria, movido pelo reconhecimento que vem com o desempenho.

O que mudou: 78% de adesão em treinamentos técnicos críticos, índice que antes ficava em níveis mínimos. Nas lojas, 80% de conformidade, partindo de apenas 15 a 20% de participação anterior. Além do número, a qualidade da participação se transformou: colaboradores passaram a repetir módulos voluntariamente até atingir desempenho máximo. Redução de erros de processo, menos retrabalho entre áreas e maior autonomia operacional foram consequências diretas.

3. A companhia descobriu que tem 2 mil pessoas no time comercial, não 30

Antes: lançamentos de produtos e marcas exclusivas sempre chegavam ao mercado com o time comercial preparado. 

O que a Petlove descobriu com a Petplay foi outra coisa: os demais colaboradores da companhia, 2 mil profissionais com propósito genuíno e identificação real com a marca, eram uma força comercial completamente subutilizada.

Com a Comunitive: a Petplay virou o QG de cada novo lançamento interno. O time de Marcas Exclusivas passou a preparar todos os colaboradores antes de qualquer lançamento externo, com conteúdos e desafios gamificados que transformam cada profissional da empresa em um promotor ativo. 

Quando um novo produto de uma marca própria foi lançado durante o ‘Fala, Petlove’, o desafio na plataforma mobilizou curtidas, comentários e novos seguidores em tempo real, com o próprio CEO de saúde participando ativamente. O que era lançamento virou movimento.

O que mudou: maior preparo comercial em cada lançamento, crescimento na adesão ao Clube de Descontos e ao Plano de Saúde Petlove, e ativação de receita via público interno sem nenhum investimento adicional em canais externos.

4. De colaboradores a porta-vozes: como a Petlove fez sua marca crescer sem pagar por isso

Antes: toda empresa tem colaboradores que amam o que fazem. Poucas conseguem transformar esse amor em alcance de marca de forma estruturada, consistente e mensurável. 

Na Petlove, o potencial existia, mas sem estrutura, ele se perdia em posts esporádicos e iniciativas sem continuidade.

Com a Comunitive: nasceu o PetCreators, programa de embaixadores internos da Petlove gerenciado inteiramente dentro da Petplay. A seleção foi feita via desafio: colaboradores com presença ativa nas redes foram convidados a publicar no LinkedIn como critério de entrada. 

Os selecionados passaram por um treinamento de posicionamento digital, recebiam temas editoriais a cada 15 dias, submetiam rascunhos para curadoria e publicavam com a hashtag #PetCreator após aprovação. Cada publicação gerava Petpoints, criando um ciclo sustentável onde o reconhecimento interno alimenta o alcance externo.

O resultado mais expressivo veio com a campanha "Chega de Fogos", iniciativa institucional contra fogos de artifício com estampido, que prejudicam os pets. Em dois dias, a Petplay mobilizou os colaboradores para responder à pesquisa e indicar outras pessoas. A velocidade de coleta permitiu que a Petlove chegasse à imprensa com dados proprietários e relevantes, e a campanha foi coberta por G1 e Exame, gerando mídia espontânea de alto valor que partiu de dentro da companhia para fora.

A campanha "Chega de Fogos" gerou mídia espontânea de alto valor que partiu de dentro da companhia para fora. Fonte: Globo.

O que mudou: crescimento superior a 2.000% nos compartilhamentos em um mês, partindo de uma média de 300 compartilhamentos por post. Sem investimento em mídia paga. A Comunicação Interna passou a impactar diretamente a reputação externa, marca empregadora e posicionamento institucional da companhia.

A história que mostra o que acontece quando comunicação reconecta as pessoas ao propósito

Entre todos os resultados gerados pela Petplay, um movimento em especial revela o que a comunicação interna pode fazer quando vai além de informar e passa a fortalecer, de verdade, a conexão das pessoas com o propósito da empresa.

Colaboradores que não se sentem conectados ao que constroem no dia a dia tendem a não atuar como promotores da marca, seja internamente ou para o mundo. E nenhuma iniciativa de engajamento se sustenta sem alimentar essa conexão de forma contínua.

Foi com esse olhar que a Petlove criou a editoria Orgulho Petlove: um espaço permanente dentro da Petplay dedicado a tudo que reforça o propósito e os atributos reais da empresa. Conquistas de times, histórias de clientes impactados, momentos que lembram os colaboradores por que estão ali.

Um dos conteúdos que entrou nessa editoria foi o relato de uma cliente que perdeu o pet e recebeu as "Pílulas da Saudade", uma caixinha enviada pelo time de encantamento da Petlove com uma cartinha escrita à mão, uma polaroid com o nome do pet e uma mensagem para abrir sempre que sentir saudade. O post da cliente no LinkedIn começava parecendo uma reclamação. Quem chegava ao fim terminava emocionado. O resultado? O post conquistou aproximadamente 40 mil curtidas.

Desafio sobre o "Pílulas da Saudade" na Petplay.

A equipe de Comunicação Interna levou esse conteúdo para dentro da plataforma, não como dado de marketing, mas como lembrete coletivo: isso é o que o trabalho de vocês constrói no mundo.

O conteúdo ajudou a reforçar a conexão dos colaboradores com o propósito e com o que estava sendo construído no dia a dia.

O que empresas em crescimento podem aprender com a Petlove

A Petlove não começou esse processo em condições ideais. Começou com um público com oportunidades de maior conexão e engajamento, canais pulverizados, treinamentos com baixa adesão e uma área de Comunicação Interna que precisava provar seu valor do zero.

O que ela construiu não foi uma solução de engajamento. Foi uma infraestrutura estratégica que conectou propósito, comportamento e resultado, fazendo cada uma dessas frentes alimentar a outra.

Quando os colaboradores passaram a ter um lugar onde se sentiam reconhecidos, eles começaram a agir. Quando passaram a agir, geraram dados. Quando os dados foram conectados às metas da companhia, a Comunicação Interna conquistou espaço estratégico que nenhum relatório de engajamento teria conseguido.

Esse é o aprendizado que qualquer empresa em crescimento pode levar daqui: não falta engajamento. Falta estrutura para transformar o engajamento que já existe em resultado mensurável.

A Petlove tinha 2 mil colaboradores unidos por um propósito genuíno. O que faltava era o sistema para fazer esse propósito trabalhar pelo negócio, todos os dias, para todos os públicos, em todas as frentes. Agora ela tem.

Segmento da Empresa
Varejo
Tamanho da empresa
+2 mil colaboradores
Modelo de trabalho
Híbrido
Localizações
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